:Lembre-se:
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Pouco...
Não me serve!
Médio...
Não me satisfaz!
Metades...
Nunca foram meu forte!
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Nome: Lindinha
Idade: Trinta e uns
Cidade: Porto Alegre
Eu adoro: Dormir de conchinha, beijo na boca e sussurros no ouvido
Eu odeio: Falsidade, hipocrisia e mentiras
:Link-Me:

:Passado:
:Etc:
:Layout By Dd®:
* ...Sentados a uma distância de 10 metros, no mesmo bar, eles se olham. Ela pega o cálice e leva-o até os lábios. Pretende com isso, provocá-lo ao máximo. Ela quer mergulhar no corpo dele e ser devorada por seus olhos.
Provoca-o de novo, passando a ponta da língua na borda do copo e observa sua reação, o olhar dele preso em sua boca.
Ele permanece parado, vidrado, em transe, somente imaginando a noite de luxúria que passariam juntos.
Embora estivessem distantes, uma linha muito tênue os unia naquele momento.
Após alguns instantes, ele se aproxima e senta-se quase colado nela. Tinha vontade de gritar o quanto ela era linda. Num gesto rápido, coloca a mão no seu pescoço e beija-a, enrolando sua língua furiosamente na dela, enquanto seus dedos apertam o joelho num ato de possessão de corpo.
Pede-lhe que lhe mostre que também o quer. E ela simplesmente sorri, vitoriosa por tê-lo à sua mercê.
Tentando esconder um pouco sua atitude dos outros freqüentadores do bar, ela avança com sua mão pelo interior da perna dele e toca o centro avolumado que tanto queria.
E sua língua insinuante de novo, lambe os lábios como se sentisse já o sabor da carne entre eles.
É tudo urgente. Tesão latente. Pulsante. Envolvente.
Saem dali, entram no carro e no estacionamento mesmo, arrancam suas roupas, como se o mundo fosse acabar naquele minuto.
Se abraçam, se beijam, se arranham, se enroscam. Ele a penetra com força, olhando nos olhos dela, sem dizer uma só palavra.
Movimentos rápidos. Coordenados. Em total sintonia. Ficam assim até se virem entre gritos de prazer que ecoam na noite e se projetam ao encontro da lua. Cheia.
* Isso é pra você, menino tímido...
Que o final de semana seja de prazer intenso, com muito carinho e desejos realizados.
Beijo no coração...
:Por Lindinha : 4:17 PM:
Ou Aqui...
Almodóvar está de novo em cartaz nos cinemas, portanto, hora de sair de casa: Volver é obrigatório.
A cena de abertura nos prepara para o que virá pela frente. Num cemitério, várias mulheres limpam e cuidam dos túmulos se seus maridos: todas sobreviveram a eles. E daí por diante é só o que vemos no filme: mulheres. Os poucos homens que aparecem não podem nem ao menos ser chamados de coadjuvantes, são meros figurantes, quase mortos-vivos: se há algum fantasma neste filme, não se deixe enganar pelas resenhas, ele é masculino. Mulher é sempre real, comoventemente real.
Já me perguntaram uma centena de vezes quais as diferenças entre homens e mulheres, as diferenças entre a literatura feita por nós e a feita por eles, a velha ladainha: diferença, diferença. Nunca dei corda para essa questão, prefiro exaltar nossas afinidades. Não me interessa incrementar essa guerrinha antiga, que faz parecer que as conquistas femininas são resultado de uma revanche. Sem essa, não contem comigo para ser mais uma a colocar cada sexo num canto oposto do ringue.
Pois bem. Mesmo não sendo afeita a imunizar toda mulher só pelo fato de ser mulher, e tampouco afeita a propagar a pretensa superioridade masculina ¿ está todo mundo no mesmo barco, é no que acredito -, este filme do Almodóvar conseguiu mexer com minhas convicções, já que ele parece conhecer mais sobre nós do que nós mesmas. Ok, uma mulher é apenas uma mulher, mas uma mãe é um vulcão, um furacão, uma enchente, uma tempestade, um terremoto. Uma mãe é invencível. Não há perda que ela não transforme em força. Não há passado que ela não emoldure e coloque na parede. Não há medo que a mantenha quieta por muito tempo.
Volver é mais um tributo que Almodóvar presta a este gênero humano que veio equipado com cromossomos XX, a mulher que não é híbrida, mas é plural; não é bem certa, mas é íntegra, e que ele homenageia de uma forma peculiar: colocando-a em situações limite. Neste filme, mais uma vez, o tema abuso sexual volta à tona. E então ele nos vinga, coloca-se a nosso serviço, nos empresta uma força de estivador para enterrar nossos algozes. Ele é o juiz desta luta, em que a mulher sai sempre um pouco machucada, mas invariavelmente vitoriosa.
Almodóvar está do nosso lado, e a gente acaba acreditando mesmo que há dois lados. Filmando com delicadeza e explorando bem a solidariedade e o afeto das latinas, ele nos faz voltar ¿ atenção, volver ¿ à nossa natureza de leoa e à nossa corajosa humildade, aquela que nos faz perdoar e pedir perdão para desobstruir nossos caminhos. Mulheres vão em frente e voltam, mulheres prosseguem e retornam, dois passos pra frente e um passo pra trás, cautela e coragem. As virtudes e pecados sempre dentro da bolsa, inseparáveis, nada se perde. Eis a visão pessoal, passional e parcial deste diretor puro-sangue, que é exagerada, mas instigante: os homens passam, mas as mulheres não morrem. (Martha Medeiros)
Recomendo esse filme a todos, principalmente aos homens. Por quê? Assistam ao filme e saberão. Desejo uma semana linda, cheia de energias positivas.
Beijo no coração...
P.S.: Tô podendo, né? Obrigada, Gazeta dos Blogueiros!!!!

Nada pior do que homem sem atitude, não é mesmo? Aquele indeciso, eternamente confuso, inseguro, problemático. Nunca tem certeza do que, quando, onde e como quer.
Homem com atitude é aquele que não tem vergonha de chorar, de dizer que ama, de ligar no dia seguinte e dizer que sentiu saudades, que admite que sofre ou que já sofreu.
Homem com atitude é aquele que fala da mulher amada, que sonha em encontrá-la novamente, que reza para que o celular toque várias vezes ao dia, só para ouvir a voz dela, nem que seja por alguns instantes. Que ouve uma música no rádio e pensa nos momentos juntos.
O que querer mais de um homem assim? Nada, a não ser, ele, inteirinho.
Existe coisa mais linda do que ver as lágrimas nos olhos desse homem? Do que ver emoção nas suas palavras? Do que sentir a delicadeza nos seus atos? Esse é o verdadeiro homem de atitude.
Nada de príncipes encantados, montados em cavalos brancos, prometendo mundos e fundos. Homens sarados, cheio de músculos, barrigas de tanquinho e ocos por dentro. Beleza até é importante, mas o que conta mesmo é o conteúdo. Homens decididos, que tem plena convicção de seus desejos, valem muito mais.
Hoje, atitudes falam mais do que palavras. De que adianta dizer que ama, que quer, que tem vontade, que precisa e não fazer nada para que as coisas aconteçam? Quem fica parado é poste!! Sejamos pessoas de atitudes!!
Você quer? Mostre! Você ama? Diga! Você sofre? Desabafe! Você não gostou? Xingue!! E isso vale para homens e mulheres!!!! Nada de omissão... Se tivermos que pecar, que seja por excesso!! De tudo...
PRÍNCIPE ENCANTADO QUE NADA!! BOM MESMO É O LOBO MAU, QUE TE OUVE MELHOR, TE VÊ MELHOR E AINDA POR CIMA, TE COME.
Desejo um final de semana delicioso, com muita atitude. Fiquem na paz!
Beijo no coração...
:Por Lindinha : 9:54 AM:
Ou Aqui...
Escolho meus amigos não pela pele ou outro arquétipo qualquer, mas pela pupila.
Tem que ter brilho questionador e tonalidade inquietante.
A mim não interessam os bons de espírito, nem os maus de hábitos.
Fico com aqueles que fazem de mim, louca e santa.
Deles não quero respostas, quero meu avesso.
Que me tragam dúvidas e angústias e agüentem o que há de pior em mim. Para isso, só sendo louco.
Quero os santos, para que não duvidem das diferenças e peçam perdão pelas injustiças.
Escolho meus amigos pela alma lavada e pela cara exposta.
Não quero só o ombro e o colo, quero também sua maior alegria.
Amigo que não ri junto, não sabe sofrer junto.
Meus amigos são todos assim: metade bobeira, metade seriedade.
Não quero risos previsíveis, nem choros piedosos.
Quero amigos sérios, daqueles que fazem da realidade sua fonte de aprendizagem, mas lutam para que a fantasia não desapareça.
Não quero amigos adultos, nem chatos.
Quero-os metade infância e outra metade velhice.
Crianças, para que não esqueçam o valor do vento no rosto e velhos, para que nunca tenham pressa.
Tenho amigos para saber quem eu sou.
Pois os vendo loucos e santos, bobos e sérios, crianças e velhos, nunca me esquecerei de que normalidade é uma ilusão imbecil e estéril.
Desejo menos normalidade e mais felicidade a todos.
Menos padrão e mais emoção.
Menos hipocrisia e mais honestidade.
Menos exclusão e mais justiça.
Menos preconceito e mais aceitação.
Menos egoísmo e mais solidariedade.
Sintam-se mais, vivam-se muito, aceitem-se todos, conheçam-se em tudo, experimentem-se...
E complementem-se, a mando do seu coração.
Hoje meu coração está em festa!! Completar 70.000 visitas (desde o blog anterior), é o momento de comemorar e agradecer a todos vocês que por aqui passam. Muitos são anônimos, apenas passam sem dizer nada. Alguns que comentam uma vez e depois desaparecem, e outros ainda, que deixam marcas profundas de amizade, que às vezes, mesmo sem tempo, não esquecem de fazer uma visita e escrever um carinhoso recado.
A vocês, meus amigos queridos, que já se emocionaram, riram e choraram comigo, muito obrigada por fazerem parte da minha vida e desta tão grande marca.
A festa é de vocês!!! Aproveitem!
Beijo no coração...
:Por Lindinha : 3:48 PM:
Ou Aqui...
O que faz com que uma mulher seja chamada de fácil?
Afinal, o que faz com que uma mulher seja chamada de vadia, vaca, vagabunda? Os termos são fortes, eu sei, mas não estamos aqui para brincar de boneca, certo? Então vamos em frente.
Chegou aos meus ouvidos que certo cara estava numa festa falando mal de mim. Um dos vocábulos que, segundo me contaram, ele mais usou para se referir a minha pessoa foi o mimoso vagabunda.
Isso me fez pensar: o que será que faz uma mulher ser tachada dessa forma? Claro: transar na primeira noite! Certo? Errado! Eu transei na primeira noite com esse cara que estava me maldizendo em público, mas de modo algum isso provocou sua ira.
O que carimbou minha passagem para o mundo das vagabundas não foi ter transado na primeira noite, mas sim não ter desejado transar com ele uma segunda vez. Vagabunda é apenas o crachá que um homem com orgulho ferido tenta pendurar no nosso peito. Esse orgulho ferido pode ser resultado de uma rejeição imediata (você não quis nem encostar nele) ou uma rejeição tardia (você até encostou, durante uma noite ou alguns anos, porém não deseja encostar mais). Não importa: se ele for tosco, certamente vai lançar mão desses adjetivos mimosos.
Tentei isolar alguma noite em que eu tenha sido bem vagabunda, de acordo com o senso comum (de acordo com o meu senso: alguma vez em que eu tenha obedecido ao meu desejo, sem censura). Lembrei. Em menos de uma hora, ele estava arrancando minha roupa na escada do prédio. Em menos de um instante, estava nu na minha cama. Em menos de uma eternidade, eu estava metendo a língua nos lugares mais impróprios (impróprios para os outros: para mim estava uma delícia). Cheguei ao cúmulo de beijar sua boca na frente do meu porteiro: sinal de absoluta entrega! E eis que, se você perguntar a esse homem hoje o que ele acha de mim, talvez ele diga muitas coisas, mas nenhuma delas será vagabunda. Por quê? Por ele não ser um cara tosco? Sim. Mas também porque durante um tempo, eu desejei tocar nele outras 25.000 vezes e disse isso com todas as letras. Deixei, sem premeditação, seu ego suficientemente amansado para hoje sermos amigos e ele não me xingar pelas costas.
Da mesma forma, se eu tivesse dado ao senhor-magoado um mimo para seu ego, se eu tivesse dito o quanto ele era bom de cama (não era), o quanto seu digníssimo era grande (era, mas não usava direito), o quanto ele me deu prazer (não foi ele quem me deu prazer naquela noite, foi meu vibrador), o quanto eu gostaria de estar com ele de novo (não gostaria: o bloqueei até do MSN), certamente ele não estaria numa festa me chamando de vagabunda.
Eu sei o que sou: sou várias e todas verdadeiras. E todas essas que eu sou, todas, se subordinam a uma única e imensa palavra: mulher. Tentativas de me classificar (ou classificar qualquer fêmea deste planeta) para, além disso, será inútil. Inútil e, desculpa aí, mas eu tenho que rir dessa história, ridículo. (Stella Florence)
Palavras desse nível, só aceito em um momento: aquele, entre quatro paredes, em que nada mais importa e tudo é permitido, desde que exista respeito. Você não acha?
Bom feriado, bom restinho de semana e fiquem bem!
Beijo no coração...
:Por Lindinha : 4:35 PM:
Ou Aqui...
A luz do ambiente é fraca, apenas algumas velas aromáticas na mesa do canto, iluminam o lugar.
Quando a música começa, ela entra na sala. Vestida de forma simples, sem grandes fantasias. O corpo apenas coberto com um vestido fino, liso, preto, curto. Por baixo, lingerie da mesma cor, minúscula, cobrindo somente o essencial.
A cada passo ela balança os quadris, deixando que a música penetre na pele e a faça fechar os olhos. Deixa que a sensualidade comande cada movimento do seu rebolar libidinoso. Abre os olhos, olha-o e morde levemente o próprio lábio inferior, passando a língua em seguida.
Vira-se de costas para ele e passa as mãos pelas coxas, descendo até os tornozelos, enquanto observa-o por cima do ombro. Lentamente, ao ritmo quente da música, ergue-se e desce cada uma das alças do vestido. Aproxima-se com o olhar fixo no dele, enquanto vai despindo o vestido, fazendo-o deslizar pela cintura, quadril, pernas, até o tirar e jogá-lo em seu colo. Ele leva o vestido até o rosto e sente o perfume delicioso que dele exala. O calor é intenso. Ele desabotoa alguns botões da camisa, remexe-se na poltrona, incomodado com a excitação que o consome.
De costas para ele, tira o sutiã. Solta os cabelos, balança-os sem parar o movimento intenso, erótico, do corpo que já revela gotículas de suor e luxúria.
Os olhos dele acompanham-na, vão e vem, sobem e descem pelo corpo dela, tentando não revelar a volúpia que lhe consome o corpo.
Volta a se aproximar dele, cobrindo os seios com as mãos. Senta em seu colo, pega as mãos dele e com elas cobre os seios, substituindo as suas.
Ela o sente excitado e as mãos dele já não podem mais ficar paradas. Deslizam pela pele dela, tocando a barriga, costas, apertando-a contra ele.
As duas bocas se encontram e ela sorri junto aos lábios dele, quase os tocando, fugindo quando ele tenta se aproximar.
Os cabelos dela tocam o rosto dele. Ele agarra-os com força, pressiona a sua boca contra a dela num beijo intenso e selvagem.
A música continua tocando, repetidamente, mas eles já nem ouvem mais.
O strip-tease de corpo há muito terminou. Agora é o momento do desnudar dos sentidos, das almas, da essência.
Desnudem tudo! Corpos, almas, promessas, desejos, fantasias, pensamentos, idéias. Tudo é válido!!!! Bom final de semana!!
Beijo no coração...
:Por Lindinha : 4:56 PM:
Ou Aqui...
Uma mãe e sua filha estavam a caminhar pela praia. Num certo ponto, a menina disse:
- Como se faz para manter um amor?
A mãe olhou para a filha e respondeu:
- Pegue num pouco de areia e feche a mão com força.
A menina assim o fez e reparou que quanto mais forte apertava a areia com a mão, com mais velocidade a areia se escapava.
- Mamãe, mas assim a areia cai!!
- Eu sei, agora abra a mão completamente...
A menina assim fez, mas veio um vento forte e levou consigo a areia que restava.
A mãe, sempre a sorrir, disse-lhe:
- Agora pegue outra vez um pouco de areia e mantenha-a na mão semi-aberta como se fosse uma colher: bastante fechada para protegê-la e bastante aberta para lhe dar liberdade.
A menina experimenta e vê que a areia não escapa da mão e está protegida do vento.
- É assim que se faz durar um amor... Se você quer muito alguma coisa, deixe-a livre. Se ela voltar, será sua para sempre, se não, é porque nunca foi sua de verdade. A liberdade é o espaço que a felicidade precisa.
Pensem nisso!!! E tenham uma semana cheia de muito amor!!! De preferência, livre!
Beijo no coração...
:Por Lindinha : 11:48 AM:
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VAMPIROS
Eu não acredito em gnomos ou duendes, mas vampiros existem. Fique ligado, eles podem estar numa sala de bate-papo virtual, no balcão de um bar, no estacionamento de um shopping. Vampiros e vampiras aproximam-se com uma conversa fiada, pedem seu telefone, ligam no outro dia, convidam para um cinema. Quando você menos espera, está entregando a eles seu rico pescocinho e mais. Este ¿mais¿ você vai acabar descobrindo o que é com o tempo.
Vampiros tratam você muito bem, tem muita cultura, presença de espírito e conhecimento da vida. Você fica certo de que conheceu uma pessoa especial. Custa a se dar conta de que eles são vampiros, parecem gente. Até que começam a sugar você. Sugam todinho o seu amor, sugam sua confiança, sugam sua tolerância, sugam sua fé, sugam seu tempo, sugam suas ilusões. Vampiros deixam você murchinha (o), chupam até a última gota.
Um belo dia você descobre que nunca recebeu nada em troca, que amou pelos dois, que foi sempre um ombro amigo, que sempre esteve à disposição, e sofreu tão solitariamente que hoje se encontra aí, mais carniça do que carne.
Esta é uma historinha de terror que se repete ano após ano, por séculos. Relações vampirescas: o morcegão surge com uma carinha de fome e cansaço, como se não tivesse dormido a noite toda, e você se oferece para uma conversa, um abraço, uma força. Aí ele se revitaliza e bate as asinhas. Acontece em São Paulo, Manaus, Recife, Florianópolis, Porto Alegre, em todo lugar, não só na Transilvânia. E ocorre também entre amigos, entre colegas de trabalho, entre familiares, não só nas relações de amor.
Doe sangue. Dê seu sangue por um projeto de vida, por um sonho. Mas não doe para aqueles que sempre, sempre, sempre vão lhe pedir mais e lhe retribuir jamais. (Martha Medeiros)
Desejo um lindo final de semana e que consigamos nos livrar sempre dos vampiros que nos cercam. Fiquem em paz!!
Beijo no coração...
:Por Lindinha : 10:37 AM:
Ou Aqui...
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