:Lembre-se:
:Bem-Vindo(a):
:Ao Blog:
:Data e Hora:
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:Frase:
Pouco...
Não me serve!
Médio...
Não me satisfaz!
Metades...
Nunca foram meu forte!
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:Perfil:
Nome: Lindinha
Idade: Trinta e uns
Cidade: Porto Alegre
Eu adoro: Dormir de conchinha, beijo na boca e sussurros no ouvido
Eu odeio: Falsidade, hipocrisia e mentiras
:Link-Me:

:Passado:
:Etc:
:Layout By Dd®:
Recebi este texto por e-mail e achei muito legal. Resolvi compartilhar com vocês. Espero que gostem...
GEOGRAFIA DA MULHER:
Entre 18 e 25 anos, a mulher é com o Continente Africano: uma metade já foi descoberta e a outra metade esconde a beleza ainda selvagem e deltas férteis.
Entre 26 e 35 anos, a mulher é como a América do Norte: moderna, desenvolvida, civilizada e aberta a negociações em troca de muito dinheiro.
Entre 36 e 40 anos, é como a Índia: muito quente, relaxada e consciente da sua própria beleza.
Entre 41 e 50 anos, a mulher é como a França: suavemente envelhecida, mas ainda desejável de se visitar.
Entre 51 e 60 anos, é como a Iugoslávia: perdeu a guerra, é atormentada por fantasmas do passado, mas se emprenhando na reconstrução.
Entre 61 e 70 anos, ela é como a Rússia: espaçosa, com fronteiras e sem patrulha. A camada de neve oculta os grandes tesouros.
Entre 71 e 80 anos, a mulher é como a Mongólia: com um passado glorioso e de conquistas, mas com poucas esperanças no futuro.
Depois dos 81 anos, ela é como o Afeganistão: quase todos sabem onde está, mas ninguém quer ir até lá.
GEOGRAFIA DO HOMEM:
Entre 15 e 80 anos, o homem é como Cuba: governado por um só membro.
Tô certa ou tô errada??? Abafa, como diria a Rô!!
Beijos no coração...
:Por Lindinha : 11:20 AM:
Ou Aqui...
... - Por que resistir? - Firme, possessivo, ele pôs as mãos nos ombros dela, desceu pelos braços do roupão.
Não fora assim que ele planejara. Imaginara que tudo seria muito civilizado. Drinques, depois o tipo de jantar elegante que ela adoraria, uma sedução suave, que satisfaria os dois. Mas ali estava ela, naquele roupão comprido, a pele quente e cheirosa do banho, os olhos atentos e cautelosos. Por que resistir?
Os olhos continuaram a se fitar, enquanto ele desfazia o laço do cinto do roupão. E observou o calor aumentar nos olhos dela, ouvindo-a prender a respiração. Beijou-a na boca, absorvendo seu sopro, enquanto as mãos subiam e desciam pelos lados do corpo, por baixo do roupão.
- Agora... - murmurou ele.
Ficou surpreso por ter de reprimir um tremor que ameaçava sacudi-lo, ao mero contato das pontas dos dedos com a carne dela.
Ela deixou que o corpo seguisse seu impulso, erguendo os braços para enlaçá-lo. Ele pretendia ir devagar, saborear, levar ambos de um nível para outro, pouco a pouco. Mas, no instante em que a boca dela reagiu à sua, no momento em que aquele corpo se comprimiu contra o dele, a ânsia dominou-o por completo. Era como se tivesse esperado durante toda a vida para saborear, provar, tocar, possuir aquele corpo.
Ele afastou o roupão dos ombros e deu uma mordida. Ela soltou um grito abafado, de prazer e choque. Desesperada por mais, puxou o casaco dele, arrancou-o, largou-o no chão. A boca dele comprimiu a sua e ambos cambalearam para a cama.
Ela rolou com ele sobre a colcha. Seus dedos tentavam desabotoar a camisa, enquanto ele tirava o roupão por completo. Um momento depois, ele cobriu um seio com a boca e ela não pensou em mais nada. Ela foi dominada, sentiu o sangue ferver. Um grito de puro prazer aflorou de sua garganta.
- Depressa... - Era quase como um canto. ¿ Depressa, depressa...
Morreria se ele não a penetrasse. Frenética, ela fazia um esforço para abrir a calça o mais depressa possível. Os quadris dela ergueram-se contra ele. penetrou-a num único movimento, uma arremetida firme e violenta.
Os gemidos de ambos ondularam pelo ar, e seus olhos tornaram a se encontrar. Fitaram-se por uma fração de segundo, depois duas. Carne contra carne, os acordes de respiração acelerada, o grito baixo de uma mulher ao alcançar o orgasmo. Corpos mergulhando juntos, numa dança sinuosa e sensual.
Ela gozou de novo, atordoada com a intensidade. Enquanto suas mãos deslizavam inertes para as cobertas amarrotadas, sentiu que ele também mergulhava. E teve a impressão de que ele murmurou que a amava.
Ficou imóvel, exausta, maravilhosamente esgotada, com o rosto dele em seus cabelos, aquele corpo adorável comprimindo-se contra o seu. Sabia agora, refletiu ela, o que acontecia quando ele perdia o controle. Era uma explosão desvairada e inebriante.
O coração dele ainda batia forte. Ela roçou os lábios no seu ombro e isso fez com que ele abrisse os olhos, fazendo um esforço para desanuviar a cabeça. Nunca precisara de qualquer coisa, de qualquer pessoa, como precisara dela naquele momento. Como se sua própria sobrevivência dependesse disso.
Uma mulher perigosa, pensou ele. e descobriu que não se importava com isso nem um pouco. Apenas a queria outra vez. E mais outra.
- Não durma. - murmurou ele.
- Não vou dormir. Estou apenas relaxada.
Ele aproveitou e recomeçou a se mexer dentro dela.
- Ora, ora... Você é mesmo um homem saudável, hein?
- Se você não tem saúde... - ele baixou a cabeça, mordendo os lábios dela - ... não tem nada...
Decifra-me... ou preferes ser devorado?
Beijo no coração...
:Por Lindinha : 3:55 PM:
Ou Aqui...
O RETORNO...
Ela adentrou no quarto enquanto ele falava ao telefone e tomava uma xícara de café. Desligou e olhou para ela, parada na porta, ao mesmo tempo em que desabotoava o casaco. Inalava a cafeína como se fosse ar. O casaco caiu no chão e ele viu que ela não usava nada por baixo, a não ser uma pulseira de ouro cravejada com brilhantes e sapatos de salto alto.
- Perfeita!! Você é perfeita!, disse ele.
Ela olhou ao redor. Inclinou a cabeça para o lado. Ele descobriu que era possível falar, mesmo com o coração ameaçando sair pela boca.
Ele a possuiu. Com as mãos rápidas e ansiosas, lábios irriquietos, tomou o que ela oferecia. Deu o que ela pedia. E desespero era o que ela queria, aquele impulso incontrolável de necessidade, ainda mais perigoso por ser primitivo. Ela viera nua e sem qualquer embaraço para despertar o animal que havia dentro dele.
E ele foi rude, os movimentos precipitados aumentando ainda mais o excitamento. Não havia qualquer controle agora, nem a necessidade de que houvesse. E ela perdeu-se por completo no encantamento de luxúria que ela própria criara.
Ele empurrou-a contra a parede, regalou-se em sua garganta, sugou o intenso gosto sexual de uma carne de mulher perfumada. Enquanto as mãos a percorriam toda, apertavam, ansiosas pelas curvas, as saliências, os segredos de mulher. Quentes, úmidos, vibrantes. Os dedos deslizaram por ela, levando-a a loucura. No mesmo instante em que sentiu o corpo dela estremecer, em que sentiu a violência do orgasmo sacudi-la, ele fitou-a nos olhos e teve a impressão de divisar lá no fundo o brilho do triunfo.
Ele poderia ser capaz de recuar nesse momento, desanuviar o suficiente a cabeça para recuperar a astúcia. Mas ela se mexeu contra seu corpo, num movimento lento e irresistível, os braços enlaçando-o, como se fossem correntes revestidas de veludo.
- Eu quero mais!, murmurou ela. Quero que me dê e receba mais. Aqui mesmo. - Ela cravou os dentes no lábio dele, enquanto acrescentava: - Agora!!
Se fosse uma feiticeira murmurando o mais sinistro dos encantamentos, ele não ficaria mais enfeitiçado. Seria capaz de jurar que sentiu o cheiro do fogo do inferno, enquanto a boca dela tornava a capturar a sua.
E depois houve loucura, febril e gloriosa. Em seu triunfo, ela descobriu o prazer selvagem, a satisfação impregnada de terror de estar com um homem desvairado. E permitir isso. Ansiar por isso.
O sangue dela fervia com tanta intensidade quanto o dele; suas mãos disparavam, tão prementes e rudes quanto as mãos que percorriam todo o seu corpo.
Ela rasgou a camisa dele, adorando o som áspero do algodão se rompendo na costura. E seus dentes se cravaram no ombro dele, quando foi outra vez levada ao orgasmo. As unhas dela penetravam nas costas dele... A pulsação era como um tambor, um troar primitivo em suas cabeças. E ele mergulhou nela, ali mesmo, sôfrego, sorvendo seu grito trêmulo. Cada arremetida era como mais um passo na corda bamba, estendida entre o céu e o inferno. Qualquer que fosse o lado para que caíssem, não poderia ser evitado. Como sabia disso, ele puxou a cabeça dela para trás, segurando seus cabelos, os olhos fixados em seu rosto.
- Quero ver você - disse ele ofegante. - Quero ver você sentir...
E ela caiu da corda bamba, arrastando-o na queda. E, voando em sua companhia, ele não se importou nem um pouco com o lugar em que poderiam cair.
Ele a levou para cama e entregou à ela uma taça de vinho branco. Ela pegou e tomou um gole delicado. Passou os dedos pelo rosto dele, depois pela boca, aproximou-se e deu-lhe um beijo demorado, embriagando-o novamente...
Meus amores, atendendo aos pedidos de muitos amigos, estou de volta... Não posso fugir às minhas raízes! O Decifra-me abre as portas novamente... Entrem e fiquem à vontade!!!
Beijos no coração...
:Por Lindinha : 4:35 PM:
Ou Aqui...
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